sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Estudo da Hermenêutica Bíblica e da Escatologia.

Curso Básico De Escatologia

INTRODUÇÃO 
 Durante toda a história da Igreja Cristã, os textos bíblicos, principalmente os proféticos ou 
escatológicos têm sofrido consideravelmente devido a todo tipo de interpretação empregada aos 
mesmos. 
 Devemos, portanto, estudar a luz da História e da Bíblia a origem de tais modelos de 
interpretação bíblica, bem como as complicações teológicas que tais linhas podem causar. 
 É de suma importância observarmos que antes de partirmos para o estudo sobre as escolas 
milenarista e amilenarista, ou sobre pré-tribulacionismo, pós-tribulacionismo, mesotribulacionismo e 
parcialismo devemos nos conscientizar que tal problema parte da questão hermenêutica1
. Por isso 
devemos estudar os métodos de interpretação. 
 O método de interpretação empregado, principalmente quando se trata de Escatologia2
, deve 
ser digno de confiança, principalmente após ser submetido a testes. 

OBS.: Parte dessa apostila foi elaborada em forma de resumo do Livro: PENTECOST, J. Dwight. Manual de 
Escatologia. São Paulo: Vida, 1998 
1
 Hermenêutica: Arte de interpretar textos; Interpretação do sentido das palavras; Interpretação dos Textos 
Sagrados. 
2
 Escatologia: Doutrina das coisas que deverão acontecer nos últimos tempos. Doutrina das últimas coisas. 

AS INTERPRETAÇÕES BÍBLICAS 
Os testes empregados nos métodos de interpretações escatológicos, basicamente, devem estar 
de acordo com a Hermenêutica convencional. 
 Na Hermenêutica encontramos necessidades, leis e regras. Que são, respectivamente: 
 Necessidades: 
1- Necessita-se de uma mente respeitosa. 
Um filho que não respeita, que caso fará dos conselhos, avisos e palavras de seu pai? A Bíblia é a 
revelação do Onipotente. "O homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito, e que 
treme da minha palavra." (Is 66.2) 
2. Necessita-se de uma mente dócil. 
Isto significa ausência de obstinação e teimosia diante da revelação divina. É preciso receber a 
Palavra de Deus com mansidão. (Tg 1.21) 
3. Necessita-se de uma mente amante da verdade. 
Um coração desejoso de conhecer a verdade (Jo 3.19-21) 
4. Necessita-se de uma mente paciente. 
Como o garimpeiro que cava e revolve a terra, buscando com diligência o metal precioso, da 
mesma maneira o estudioso das Escrituras deve pacientemente, buscar as revelações que Deus propôs 
e que em algumas partes é bastante profunda e de difícil interpretação. 
5. Necessita-se de um a mente prudente. 
Iniciando a leitura pelo mais simples e prosseguir para o mais difícil. "Se, porém, algum de vós 
necessita de sabedoria, peça-a a Deus... e ser-lhe-á concedida." (Tg 1.5) 
 Leis: 
1- Lei do Contexto: Lc 19.28-44; At 8.30-31; Is 53.7. 
A parte que vem antes ou depois do texto. Diz-se que não se deve interpretar um texto sem o 
auxílio do contexto. 
2- Lei do Texto Paralelo: Jo 19.18; Mc 15.27; Mt 27.38; Lc 23.39-43. 
Um texto deve ser auxiliado na sua interpretação utilizando o mesmo assunto que ocorre em partes 
das Escrituras. 
3- Lei da Autoria do Texto: Ef 5.22-27; I Pe 2.5-10; Ct 8.5-10. 
Os diferentes autores da Bíblia viveram em tempos diferentes, em culturas e situações sociais 
adversas. Destarte, a forma de apresentação de um determinado texto para um povo que vivia 
situações diferentes, deve ser contextualizado com outros em tempo ou forma remota. 
4- Lei da Interpretação do Texto: Ap 3.20. 
A interpretação do texto é aquilo que a passagem quer dizer no tempo, no espaço e nas 
circunstâncias que foram escritas. 
5- Lei da Aplicação do Texto: Mt 13.24-30. 
Um mesmo texto pode ser aplicado para pessoas ou clãs vivendo épocas ou situações diferentes. 
6- Lei da Implicação do Texto: Mt 13.25; Ap 3.18-20. 
No sentido filosófico, pode se dizer que uma pessoa geme porque está doente. Se uma pessoa tem 
seu rosto plácido é porque o coração está alegre. Aí está a lei da implicação. 

 Regras: 
A REGRA FUNDAMENTAL 
A Escritura é explicada pela Escritura. A Bíblia interpreta a própria Bíblia. 
Primeira regra 
É necessário tomar as palavras no seu sentido usual e ordinário. 
Segunda regra 
É absolutamente necessário tomar as palavras no sentido que indica o conjunto da frase. 
Esta regra tem importância especial quando se trata de determinar se as palavras devem ser 
tomadas em sentido literal ou figurado. Para não incorrer em erros, convém, também, deixar-se guiar 
pelo pensamento do escritor, e tomar as palavras no sentido que o conjunto do versículo indica. 
Terceira regra 
É necessário tomar as palavras no sentido que indica o contexto, isto é, os versos que precedem e 
seguem o texto que se estuda. 
Quarta regra 
É preciso tomar em consideração o desígnio ou objetivo do livro ou passagem em que ocorrem as 
palavras ou expressões obscuras. 
Quinta regra 
É indispensável consultar as passagens paralelas explicando as coisas espirituais pelas espirituais 
(I Co 2:13). 
Sexta regra 
Um texto não pode significar aquilo que nunca poderia Ter significado para seu autor ou seus leitores. 
Sétima regra 
Sempre quando compartilhamos de circunstâncias comparáveis (isto é, situações de vida específicas 
semelhantes) com o âmbito do período quando foi escrita, a Palavra de Deus para nós é a mesma que 
Sua Palavra para eles. 
DEVEMOS AINDA OBSERVAR: 
a. contexto histórico: a época e a cultura do autor e dos seus leitores: fatores geográficos, 
topográficos e políticos, a ocasião da produção do livro. A questão mais importante do contexto 
histórico tem a ver com a ocasião e o propósito de cada livro. 
b. contexto literário: as palavras somente fazem sentido dentro das frases, e estas em relação às 
frases anteriores e posteriores. Devemos procurar descobrir a linha de pensamento do autor. O que o 
autor está dizendo e por que o diz exatamente aqui? 

1. MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO 
 Existem, atualmente, diversos métodos empregados na interpretação das Sagradas Escrituras. 
Métodos que foram surgindo ao longo dos anos e no decorrer da história da Igreja Cristã, contudo 
apenas dois métodos são destacados no estudo da Escatologia – Histórico-gramatical (Literal) e 
Alegórico ou Método de Alegorização (espiritual). 
 Citaremos, todavia, para efeito didático os outros métodos: 
 Haláquico (Interpretação judaica legal) 
 Hagádico (Tradição narrativa judaica) 
 Místico (Sobrenatural) 
 Moral (Ensinos morais) 
 Naturalístico (Princípio gerador é a natureza) 
 Mítico (Fábula) 
 Apologético (Defesa da fé) 
 Dogmático (Doutrinário) 
 Alegórico (Negação da história e gramática) 
 Histórico-Gramatical (Valorização da história e gramática) 
 Conciliatório (Histórico-Gramatical + Alegórico) 
1.1. O Método de Alegorização (Espiritual) 
 O método de Alegorização (Alegórico) consiste em desprezar o sentido literal e histórico das 
Sagradas Escrituras, transformando cada palavra e acontecimento numa alegoria qualquer, escapando 
assim de dificuldades teológicas e sustentando crenças religiosas estranhas, segundo Charles T. 
Fritsch3
. 
 De acordo com o Dr. Pentecost4
, ao que parece, a intenção do método alegórico não é 
interpretar, mas perverter o verdadeiro sentido das Escrituras, apesar do suposto pretexto de buscar um 
sentido mais espiritual ou mais profundo para a Mesma. 
Os perigos do método alegórico 
 Ao observarmos as regras existentes na Hermenêutica perceberemos rapidamente que são em 
geral desprezadas pelo método alegórico. 
1) Não interpreta as Escrituras (no sentido Hermenêutico da palavra). 
... seu hábito é desprezar o significado comum das palavras e dar asas a todo tipo de 
especulação fantasiosa. Ele não extrai o sentido legítimo da linguagem de um autor, 
mas insere nele todo tipo de extravagância ou fantasia que um intérprete possa 
desejar. Como sistema, portanto, ele se coloca além de todos os princípios e leis bem 
definidos.5
Existe[...] uma liberdade ilimitada para a fantasia, basta que se aceite o princípio, e a 
única base da exposição encontra-se na mente do expositor.6
2) A autoridade básica da interpretação deixa de ser a Bíblia e passa a ser a mente do intérprete. 
3
 Biblical Typology, Bibliotheca Sacra, 104:216, Apr., 1947. 
4
 J. Dwight Pentecost – doutor em teologia e professor emérito do Seminário Teológico de Dallas, Texas, E.U.A. 
– Manual de Escatologia, Editora Vida, p. 32, 1998. 
5
 Milton S. Terry, Biblical Hermeneutics, p.224. 
6
 Joseph Angus & Samuel G. Green, The Bible Handbook, p.220. Curso Básico De Es

Os perigos do método alegórico 
 Ao observarmos as regras existentes na Hermenêutica perceberemos rapidamente que são em 
geral desprezadas pelo método alegórico. 
1) Não interpreta as Escrituras (no sentido Hermenêutico da palavra). 
... seu hábito é desprezar o significado comum das palavras e dar asas a todo tipo de 
especulação fantasiosa. Ele não extrai o sentido legítimo da linguagem de um autor, 
mas insere nele todo tipo de extravagância ou fantasia que um intérprete possa 
desejar. Como sistema, portanto, ele se coloca além de todos os princípios e leis bem 
definidos.5
Existe[...] uma liberdade ilimitada para a fantasia, basta que se aceite o princípio, e a 
única base da exposição encontra-se na mente do expositor.6
2) A autoridade básica da interpretação deixa de ser a Bíblia e passa a ser a mente do intérprete. 
3
 Biblical Typology, Bibliotheca Sacra, 104:216, Apr., 1947. 
4
 J. Dwight Pentecost – doutor em teologia e professor emérito do Seminário Teológico de Dallas, Texas, E.U.A. 
– Manual de Escatologia, Editora Vida, p. 32, 1998. 
5
 Milton S. Terry, Biblical Hermeneutics, p.224. 
6
 Joseph Angus & Samuel G. Green, The Bible Handbook, p.220. 

o estilo mais errôneo de ensino é corromper o sentido das Escrituras e arrastar sua 
expressão relutante para nossa própria vontade, produzindo mistérios bíblicos a 
partir de nossa própria imaginação.7
...quando o princípio da alegoria é aceito, quando começamos a demonstrar que 
passagens e livros inteiros da Escrituras dizem algo que não querem dizer, o leitor é 
entregue de mãos amarradas aos caprichos do intérprete.8
3) Não há meios de provar as conclusões do intérprete. 
 O defensor de tal método não está certo de coisa alguma. Afirma que o método empregado era 
o mesmo utilizado por toda a história da Igreja, e que os outros, como o Literal (Histórico-Gramatical) 
tem reivindicado falsamente sua autoridade histórica. 
 Utilizam-se da suposta História Eclesiástica como fonte de autoridade. No capítulo II dessa 
seção estudaremos a verdadeira origem histórica dos métodos. 
 Tal método recai no erro de defender um sentido secundário para a Bíblia sob a alegação de 
que o método de interpretação deverá ser a “espiritualização”. 
 Abre-se assim uma enorme fenda que comporta todo tipo de especulação e imaginação 
desenfreados, por não possuírem um método que controle tais especulações. 
Conclusão 
 Elimina-se a autoridade das Escrituras. Falta de bases para verificar afirmações. Redução das 
Escrituras à mente do intérprete. Impossibilidade de interpretação verdadeira das Escrituras.
Argumentação dos defensores do método alegórico 
1) Uso da alegoria no Novo Testamento 
 Utilizam o texto de Gl 4:21-31. 
 Observamos em tal texto que o uso do termo alegóricas refere-se a um fato que tem respaldo 
histórico, ou seja, realmente aconteceu, ao contrário do termo – alegórico – utilizado por alguns 
teólogos atualmente. 
 Notamos ainda que em Todo o Novo Testamento esse é o único caso em que isso acontece. 
Baseiam seus ensinamentos em um único texto bíblico, que ao observarmos – como já foi dito – o 
contexto histórico diferencia-se totalmente do ensinamento atual. 
 Ao seguir a linha de raciocínio de tais teólogos (Alegóricos) poderíamos então defender a 
Hagada9
, e seguir todos os Midrashim10, já que é citado (Hagada) em alguns textos Neotestamentários. 
De forma alguma. 
 A alegoria embora utilizada um vez por Paulo, a título de ilustração passageira não é 
mencionada por outros apóstolos nem pelo próprio Cristo. 
 Devemos notar que em Gl 4:21-31 Paulo não está usando o ‘método alegórico’ de 
interpretação, mas explicando uma alegoria. 
2) Afirmam que o uso de tipos no N.T. é o mesmo que Método alegórico 
 Primeiro devemos observar que ‘alegoria’ é uma coisa e ‘método alegórico’ é outra 
completamente diferente. 
 O N.T. está cheio de alegorias que são os tipos, símbolos e parábolas, contudo isso não é 
respaldo para o uso do método de interpretação alegórico. 
7
 F.W. Farrar, History of Interpretation, p. 232. 
8
 F.W. Farrar, History of Interpretation, p. 238. 
9
 Hagada – Conjunto de tradições narrativas e interpretativas judaicas. 
10
 Midrashim – Interpretações rabínicas em que associam sentidos secundários e esotéricos às passagens do 
Antigo Testamento. 
As alegorias são o meio que Deus usou para expressar um pensamento, facilitando assim 
nossa compreensão, onde tais alegorias possuem um fundo histórico real e que foi descrito 
gramaticalmente. 
 O método alegórico, por sua vez, nega a possibilidade de tal fato ter acontecido realmente. 
 È completamente diferente você interpretar uma alegoria das Escrituras e por outro lado você 
alegorizar uma determinada passagem literal. 




quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Avante, pelo reino e pela obra... Na missão do Mestre

Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.
Atos 1:8

RECEBEREIS - A virtude do Espírito Santo virá sobre os servos do Senhor. Vencem as obras da carne, os ardis do mundo e o poder tenebroso do adversário. Cada servo pode ser um templo santo do Senhor. Vitorioso no amor de Jesus, instruindo a muitos no caminho da retidão... não somente falando sobre ela, mas nela vivendo...

A VIRTUDE DO ESPIRITO SANTO - O batismo com Espírito Santo é poder que vence o mal. Capacita os cristãos para andar na presença de Deus e revela a vida de Deus através do servo fiel. Sem frutos da presença de Deus não há vida real com Deus. O mundo tenebroso é mentiroso, difamador, avarento, egoísta, orgulhoso, impuro, etc... Mas o poder que vence a força das trevas está na regeneração do Espírito Santo.

TESTEMUNHAS - Quantos começam muito bem sua fé e chamada, mas terminam como donos de si mesmos? Outros querem sequestrar a noiva do cordeiro e se acham donos das igrejas que deveriam servir? Não somos donos nem de nós mesmos (lembra da cruz?). Discipulo faz a vontade daquele que o enviou. Somos testemunhas e nada além disso... cumpra sua missão, viva para Deus... seja sempre a testemunha... Até que ele volte...

TANTO... Deus tem uma função para cada vaso consagrado. Não podemos copiar funções, pois os ministérios são diversos e diferentes. Seremos testemunhas, tanto em Jerusalém (Sua casa) como além dela, até os confins terra. Uma obra não pode abandonar a outra. Resplandecemos Jesus ao mesmo tempo em todas os locais onde somos enviados...

Avante, pelo reino e pela obra... Na missão do Mestre,

Pr. Eduardo T Gomes.
Mudança social não é novo nascimento


 Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. João 3:3.  Será que muitos cristãos entenderam essa palavra? será que confundimos mudança de comportamento social com novo nascimento?  é comprovado que somos fruto do meio que vivemos, ou seja o ser humano tem uma facilidade de se adaptar ao meio que vive trazendo mudança de comportamento, portanto se eu entrar para um grupo religioso e querer fazer parte eu vou me tornar igual, no início nos causa incomodo depois com a mudança alcançamos satisfação, mas depois vira peso, pois não é algo natural e puro, a bíblia nos fala que a benção de Deus enriquece não acrescenta dores; vamos refletir e analisar o nosso fruto na caminhada a luz da palavra, pois essa mudança de comportamento social nos traz uma falsa sensação de novo nascimento, fazendo-nos pensar que nascemos de novo.
Introdução
Nicodemos era um dos príncipes, fazia parte da religião dos fariseus, era mestre, homem importante, mas mesmo sendo mestre e tendo uma boa posição social foi ter com Jesus escondido no meio da noite, isso tudo porque queria conversar com o autor da vida, ele não sabia o que sentia não estava definido, mas sua alma almejava estar com o autor da vida.
Detalhes importantes nesse encontro:
1-Zaqueu Homem importante
2-Não podia ser visto com Jesus
3-Zaqueu chega querendo impor seu entendimento
4-Jesus vai direto na necessidade de Zaqueu.
1-Era mestre e príncipe, porem isso não bastou para ele, sua alma ansiava por um encontro com Deus.
2-Tinha vergonha, não podia ser visto com Jesus, não seria bom para a imagem dele. Ler Romanos 1:18
3-Sei que é mestre vindo da parte de Deus; podemos perceber que ele diz que “sei” querendo mostrar para Jesus que ele já tinha estudado e investigado sobre ele, e chegou a conclusão que ninguém poderia fazer tudo isso sem ser de Deus. Ler está definição de sabedoria do alto. “Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia”. Tiago 3:17.
4-Nascer de novo, João 3:3 que é igual a frutos de arrependimento. Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; Mateus 3:8.
A religião, seu título, seu reconhecimento diante dos homens, não deu a Nicodemos a credencial necessária para que ele entrasse no reino de Deus. Nos mostrando amados que temos que nascer de novo, produzindo frutos de arrependimento, vivendo em espirito, pq Deus é espirito João 4:24.
Novo nascimento se dar quando somos gerados na agua e no espirito, ou seja pela palavra que é Jesus e no espirito, A bíblia nos diz que pela palavra somos gerados em Deus. Se somos gerados em Deus e Deus é espirito, então nasceremos do espirito de Deus, e possuiremos a presença dele e os frutos do espirito que vem de Deus.
Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.1 João 5:1
Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.1 João 5:18
Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre. 1 Pedro 1:23.
Ao confessarmos diante de Deus e dos homens, não como Nicodemos.
Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus. 1 João 4:15
Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; 1 João 4:2
No amor, exalando amor, que é os dois mandamentos que o Senhor Jesus nos Deixou:
E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. 1 João 4:16
Ninguém jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor. 1 João 4:12
Podemos ver nesses versículos como somos nascidos no espirito. Amados é necessário nascer de novo, uma vida nova, cheia da presença do altíssimo. Isso é lindo e maravilhoso. Não a tempo de brincarmos de ser crentes, não a tempo para apenas nos contentarmos em participar de um grupo social. Temos é que nascer de novo, ter uma nova vida com cristo, Dizer não mais vivo eu, mais cristo vive em mim. Galatas 2:20.
É necessário nascer do espirito, pois é a o que nos liga a Deus, sim e isso se dar através de Jesus em nós, e Jesus só abita em nós se nascermos de novo, se vivermos a sua palavra assim ele estará em nós e assim nós seremos de Deus e teremos um relacionamento maravilhoso com o altíssimo.
Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. João 14:21
Será que existe muitos Nicodemos? Pessoas religiosas, que tem vergonha de ser vistos com Jesus, que prefere manter uma imagem diante dos homens e ter honra de homens, que não compromisso com a verdade e sim com sua condição social e religiosa, porém sabe que Jesus é poderoso, mas sempre busca ele a "noite", ou seja quando ninguém ver, para que não seja recriminado pelos outros.
Convido você, a examinar a sua vida e para de julgar os frutos do seu próximo por alguns instantes e analisar os seus, pois se vc fala que seguir a palavra é difícil, vc não está em Cristo veja;” porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados. 1 João 5:3.